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Dienstag, 20. April 2010

Terminologias germânicas no Rossio


Direito, mulheres, cogumelos, imperiais, conspirações, abominações, hambúrgueres, Alemão, música ambiente, batatas fritas, federalismo europeu, esmolas, Francês, etc... A pior profissão do mundo : um cagalhão vale 25 cêntimos ; para quem não é cliente.

Mittwoch, 14. April 2010

HORTOR

Uni-vos! Republicanos, estadistas e democratas em geral

Como pode este governo atribuir tolerância de ponto aquando da visita papal!

E ao que sei escolas públicas vão mesmo encerrar!

Meus caros recuámos à outra senhora.


E para terminar eu pergunto, doutos colegas de direito pode processar-se o socra(s)te por danos à imagem e bom nome de Sócrates ?

Dienstag, 16. März 2010

Europa Unida (2)

Pegando no post do Filipe, devo dizer que há uma parte no discurso de Victor Hugo que me toca mais; é ela:

Original em francês:

«Un jour viendra où l'on verra ces deux groupes immenses, les États-Unis d'Amérique, les États-Unis d'Europe, placés en face l'un de l'autre, se tendant la main par-dessus les mers, échangeant leurs produits, leur commerce, leur industrie, leurs arts, leurs génies, défrichant le globe, colonisant les déserts, améliorant la création sous le regard du créateur, et combinant ensemble, pour en tirer le bien-être de tous, ces deux forces infinies, la fraternité des hommes et la puissance de Dieu!»


Tradução em inglês:

«A day will come when we shall see those two immense groups, the United States of America and the United States of Europe, facing one another, stretching out their hands across the sea, exchanging their products, their arts, their works of genius, clearing up the globe, making deserts fruitful, ameliorating creation under the eyes of the Creator, and joining together, to reap the well-being of all, these two infinite forces, the fraternity of men and the power of God.»

Europa Unida



Discurso proferido por Victor Hugo na conferência de paz de Paris de 1849, na sequência da chamada "Primavera dos Povos" de 1848, um dos mais lamentáveis e sangrentos espectáculos de nacionalismo da história europeia. No fundo, o que estava em causa era a emancipação de diferentes nações que viviam sob o jugo dos grandes impérios europeus - mas as coisas descontrolaram-se um bocadinho, e o movimento degenerou numa guerra de minorias, de massacres de civis de outras etnias e nações pelos exércitos revolucionários, seguida por intervenções militares a larga escala que geraram graves tensões entre as Grandes Potências europeias.
Na conferência de paz, Victor Hugo declara, num momento em que a Europa se vira desmembrada por querelas entre nações e entre Estados:

(lamento não ter encontrado tradução em português)


A DAY WILL COME when your arms will fall even from your hands! A day will come when war will seem as absurd and impossible between Paris and London, between Petersburg and Berlin, between Vienna and Turin, as it would be impossible and would seem absurd today between Rouen and Amiens, between Boston and Philadelphia. A day will come when you France, you Russia, you Italy, you England, you Germany, you all, nations of the continent, without losing your distinct qualities and your glorious individuality, will be merged closely within a superior unit and you will form the European brotherhood, just as Normandy, Brittany, Burgundy, Lorraine, Alsace, all our provinces are merged together in France. A day will come when the only fields of battle will be markets opening up to trade and minds opening up to ideas. A day will come when the bullets and the bombs will be replaced by votes, by the universal suffrage of the peoples, by the venerable arbitration of a great sovereign senate which will be to Europe what this parliament is to England, what this diet is to Germany, what this legislative assembly is to France. A day will come when we will display cannon in museums just as we display instruments of torture today, and are amazed that such things could ever have been possible.

Dienstag, 9. März 2010

Donnerstag, 25. Februar 2010

«Les Baigneuses» de Pierre-Auguste Renoir


L'impressionnisme, l'impressionnisme...

Montag, 22. Februar 2010

Secundum natura

A homossexualidade e a Natureza. Será paradoxal dizer que a primeira ultraja a segunda; ou que a primeira é contra natura. Como pode isso ser possível se é ela, Natureza, que inspira estes homens e estas mulheres (lêde homossexuais) a tais práticas? Poderia ela ditar aquilo que a degrada? Não. Os homossexuais servem-na, assim, tão bem como nós, heterossexuais, a servimos e talvez a sirvam ainda mais santamente do que nós. A propagação é apenas, só e tão só, uma tolerância da Natureza. Como poderia ela ter preceituado um acto que a priva dos direitos da sua omnipotência? A propagação é apenas uma consequência das suas primeiras intenções. E que novas construções, refeitas pela sua mão, se a nossa espécie estivesse absolutamente destruída, se tornariam de novo em intenções primordiais cujo acto seria bem mais lisonjeador do seu orgulho e poder?

Através destes processos, a extinção total da raça humana nada mais é do que um serviço prestado à Natureza. Numa palavra, sobre todas as coisas eu parto sempre de um princípio: se a Natureza proibisse, ou se fossem contra natura, as práticas homossexuais, permitiria que quem as executa encontrasse nelas tanto prazer? Não. É impossível que ela possa tolerar o que verdadeiramente a ultraja. Sendo a destruição natural, uma das principais leis da Natureza (vede, recentemente, o Haiti ou a Madeira, aqui ao lado!), nada do que seja a extinção da humanidade por vias homossexuais pode ser considerado contra natura. Se não é contra natura, então serve-a. Como poderia alguma vez uma acção que tão bem serve a Natureza ultrajá-la?

É típico do Homem acreditar que a Natureza pereceria se a nossa maravilhosa espécie desaparecesse da face da Terra, ao passo que a destruição inteira desta espécie, dando à Natureza a faculdade criadora que ela nos cede, lhe devolveria as energias que lhe retirámos, propagando-nos. Mas que inconsequência!

Em suma, fica assim demonstrado que a propagação não é, de forma alguma, o objectivo da Natureza; resume-se a uma tolerância. Facilmente se conclui, então, que a homossexualidade NÃO é contra natura é sim secundum natura. Serve-a!

(Este escrito é baseado e adaptado, à realidade portuguesa, a partir dos ensinamentos de um grande Mestre da Ala Francesa.)

Sonntag, 21. Februar 2010

«La Valse d' Amelie» de Yann Tiersen

Ala Francesa

Aos vinte e um dias do mês de Fevereiro do ano da graça de dois mil e dez, funda-se, aqui neste espaço, uma nova Ala. Também europeia, mas diferente da germânica já aqui presente. Uma nova corrente estará representada no blogue; corrente essa que se passa a designar de Ala Francesa, ou Le Cercle Français.

Em nome do Código de Napoleão, de Voltaire, de Rosseau, de Comte, de Hilário de Poitiers, de Marquês de Sade, de Simone de Beauvoir, de Vanessa Paradis, de Eugène Pottier e de tantos outros:

Um Bem-Haja à Ala Francesa.